sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sol em Sagitário com Ascendente em Capricórnio




Você é uma pessoa autoritária, conservadora e extremamente ambiciosa. A junção desses dois signos na verdade produz o que poderíamos chamar de “o cúmulo da ambição”. É porque ambos os signos estão associados a culminância. Sagitário é o momento que precede a culminância, e Capricórnio, o signo que vem depois dela. Por isso você tende a ter muito foco, a ser muito autocentrado e ter muito senso de propósito. Apesar desse ponto em comum, ambos expressam facetas comportamentais bem distintas. O que tende a predominar no seu caso, é Capricórnio que ocupa o Ascendente, principal ponto do mapa astrológico quando queremos pensar em personalidade. Com Capricórnio ascendendo você se mostra para o mundo como uma pessoa sóbria, séria, um tanto fria e distante, pendendo ao tradicionalismo e inspirando nos outros confiança e credibilidade. Você acaba ocultando muita da excessiva empolgação e da impulsividade de Sagitário, expressando para um mundo uma versão mais nobre, mais “limpa” e controlada de si mesmo, ás custas do sacrifício de boa parte da sua liberdade, já que Sagitário e consequentemente o Sol estarão ocupando a casa 12, justamente aquela que rege as coisas ditas “escondidas” e reprimidas. Por temer o julgamento dos outros (talvez em função do seu próprio julgamento, que tende a ser mais severo do que o normal) você vai emitir menos opiniões e vai se apegar mais a certezas. O problema é que pode acabar se transformando em uma pessoa bastante intransigente em função disso.

Você não será mais ou menos alegre, apenas vai evitar rir em excesso, vai se entregar menos e controlar mais as situações do que um sagitariano típico. Essa postura séria e controlada na verdade pode ser interessante pra produzir em você um senso de humor muito intenso, regado a ironia e ao sarcasmo. Você não será somente uma pessoa cheia de idéias, mas também será a pessoa capaz de transformar idéias em coisas concretas, e essa habilidade em transformar sonhos em realidade é uma das coisas que mais costuma faltar aos sagitarianos. Por outro lado, você vai ousar menos, e será mais sensível do que o normal a situações vexatórias, por isso vai sempre evitar  se expor desnecessariamente e jamais mergulhará num projeto se não conseguir prever com antecipação a possibilidade de conclusão e méritos em função do mesmo.

Stalin



Josef Vissarionovitch Stalin ( Gori, 18 de dezembro de 1878 — Moscou, 5 de março de 1953) foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética e do Comitê Central a partir de 1922 até a sua morte em 1953, sendo assim o líder soberano da União Soviética. Seu nome de nascimento era Ioseb Besarionis Dze Djughashvili (em georgiano: იოსებ ბესარიონის ძე ჯუღაშვილი; em russo: Ио́сиф Виссарио́нович Джугашви́ли, Ióssif Vissariónovich Djugashvíli). Em português seu nome é referido algumas vezes como José Estaline.[1]
Sob a liderança de Stalin, a União Soviética desempenhou um papel decisivo na derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e passou a atingir o estatuto de superpotência, após rápida industrialização e melhoras nas condições sociais do povo soviético, durante esse período, o país também expandiu seu território para um tamanho semelhante ao do Antigo Império Russo.


Jane Fonda



Jane Seymour Fonda (Nova Iorque, 21 de dezembro de 1937) é uma atriz, escritora, ativista política de esquerda e ex- modelo e guru de exercícios físicos estadunidense.
Filha do renomado ator Henry Fonda, Jane iniciou sua carreira no cinema em 1960 no filme Tall Story, ao lado de Anthony Perkins. Mais tarde, despontou como sex symbol com os filmes Cat Ballou (1965) e Barbarella (1968). Em 1971 recebeu seu primeiro Oscar de melhor atriz pelo filme Klute. Em 1978 repetiria a façanha por Coming Home.
Em 1991 Jane anunciou que estava se aposentando da carreira de atriz, mas retornou às telas com Monster-in-Law em 2005. Além disso, ela é conhecida pelos vídeos de exercício que estrelou e produziu entre os anos de 1982 e 1995.

Roberta Close



Roberta Close, nome artístico de Roberta Gambine Moreira, (Rio de Janeiro, 7 de dezembro de 1964) é uma atriz brasileira.Nascida Luís Roberto Gambine Moreira, teve seu nome, bem como gênero, alterados em 10 de março de 2005 pela 9ª Vara de Família do estado do Rio de Janeiro, sendo uma das mais conhecidas transexuais do Brasil.
Em 1984, Roberta Close foi a vedete do carnaval carioca. Foi a partir dessa época que se sucederam as inúmeras aparições na imprensa, pode-se dizer que o auge do sucesso aconteceu quando a revista Playboy estampou-a na capa da edição de maio de 1984. Pela primeira vez na história do periódico, a principal atração não era uma belíssima mulher, mas um "homem". A chamada da capa da revista era: "Incrível. As fotos revelam por que Roberta Close confunde tanta gente". Entretanto, conforme cita o jornal virtual Último Segundo, "esse homem era na verdade uma belíssima mulher transexual, e a revista obviamente não mostrou fotografias da sua genitália"[carece de fontes]. Foi também capa das revistas Ele & Ela, na edição 184 (setembro de 1984), Manchete, Sexy, Amiga e Contigo e da própria revista "CLOSE" de onde sai seu nome artístico.
O sucesso que Roberta fez foi tal que chegou a inspirar uma revista de quadrinhos eróticos, na qual a personagem principal era uma travesti muito bonita. Nas décadas de 1980 e 1990, Roberta apareceu nos maiores programas de entrevista da mídia brasileira: Fantástico, Faustão, Hebe Camargo, Gugu, Goulart de Andrade, entre outros.
Em 1989, na Inglaterra, fez uma cirurgia de redesignação sexual. Logo após a intervenção, começou sua luta pelo direito de trocar de nome. Em 1992, conseguiu na 8ª Vara de Família do Rio autorização para trocar de documentos, mas foi negada em 2ª instância pelo (tribunal de justiça) em 1997. A defesa então entrou com outra ação, pedindo o reconhecimento de suas características físicas femininas. Roberta então passou por nove especialistas médicos e os laudos mostraram que ela possuia aspectos hormonais femininos. A defesa também argumentou que Roberta não poderia viver psicologicamente bem com um nome que não desejasse e que a levasse a ser vítima de gozações e preconceito, além de que era direito íntimo dela mudar de nome. Sua defesa também mostrou cópias de casos de transexuais que conseguiram mudar de nome na justiça. Ao todo eram 37 casos até então no país, sendo que 36 eram do estado de São Paulo.
Em 10 de março de 2005, quinze anos depois de sua primeira tentativa legal, Roberta Close conseguiu, finalmente, ter garantido o direito da mudar o nome de Luís Roberto Gambine Moreira para Roberta Gambine Moreira. Uma nova certidão foi então emitida pelo cartório da 4ª Circunscrição do Rio de Janeiro. Nela, lavrou-se: "em 7 de dezembro de 1964, que uma criança do sexo feminino, nascida na Beneficência Portuguesa, recebeu o nome de Roberta Gambine Moreira." Essa certidão garante a modelo a retirada no Brasil de documentos, como carteira de identidade, CPF e passaporte, como sendo do sexo feminino.
Na sentença da 9ª Vara de Família, baseada nos pareceres de especialistas médicos, a juíza escreveu que “o progresso da ciência deve ser acompanhado pelo direito, pois o homem cria, aplica e se sujeita à norma jurídica, da mais antiquada e obsoleta à mais avançada e visionária.” Apesar de tal decisão representar uma mudança significatica para a vida da modelo, o jornal Último Segundo revelou logo após o julgamento que Roberta Close, embora feliz, ainda receava em uma nova mudança na decisão judicial futuramente.
Roberta Close atualmente mora em Zurique, na Suíça, mas vem ao Brasil constantemente para visitar a família e os amigos. É cidadã binacional (suíço-brasileira)

Angélica



Angélica Ksyvickis (Santo André, 30 de novembro de 1973), mais conhecida como Angélica, é uma apresentadora, cantora, atriz e modelo brasileira.
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