quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sol em Libra com Ascendente em Leão



O Leão no Ascendente vai sempre representar alguém desejoso de brilhar, aparecer e ser considerado pelos demais. Mas quando o Sol se encontra em Libra, nem sempre o que se vê é a aparência tipicamente leonina. Em primeiro lugar porque a pessoa não tem certeza se deseja realmente brilhar. Em segundo lugar porque nem sempre essa pessoa vai brilhar da forma muito usual. O funcionamento do Sol em Libra e em Aquário é muito parecido. Nesses dois signos não existe a menor intenção de se ser uma força centralizadora. Mas em Libra, a queda do Sol, muitas vezes o desejo maior é o de projetar as forças ativas e centralizadoras nos outros, de forma que tanto a vitória quanto a derrota (e principalmente esta) sejam responsabilidade do outro. Essa combinação de Leão no Ascendente e Sol em libra pode gerar então alguém que oscila entre a atitude leonina de se assumir o cetro da responsabilidade e a atitude libriana de se buscar a quem responsabilizar tanto pelas suas vitórias quanto pelas suas derrotas. Isso vem acompanhado também de severas oscilações nos níveis de confiança em si mesmo. A problemática maior gira em torno do dilema: Quando a responsabilidade é assumida, a pessoa se sente burra e se arrepende de não ter buscado alguém para dividir o bônus e o ônus da sua jornada. Quando a responsabilidade é dividida ou projetada, a pessoa se sente fraca e impotente porque o desejo leonino por brilhar é visceral e não há forma racional de se convencer o instinto de que na verdade é mais seguro ou sensato conter a própria sede de brilho. De modo geral a pessoa tende a ser inteligente, cordial, um tanto extravagante e cerimoniosa nos seus modos, sedutora, apaixonada, em suma, sempre sedenta pelo outro. A necessidade de se relacionar gera um comportamento sedutor, dramático e vaidoso. O temperamento é alegre mas pode ser tendente a ira e ao descontrole especialmente nos momentos em que a pessoa se obriga a ofuscar a si mesma, ou nos momentos em que precisa lidar com algum tipo de frustração. Tem sede de cultura e gosta de se rodear de pessoas inteligentes e que sejam desprovidas de preconceitos. O sol no terceiro signo em relação ao ascendente sempre produz personalidades intelectuais. Tende a haver muita criatividade, que aliada ao senso estético tende a gerar uma pessoa voltada para as artes, especialmente as dramáticas e literárias.  Lidam facilmente com o público e são ótimos administradores, sendo democráticos e políticos.

Aleister Crowley



Aleister Crowley (12 de Outubro de 1875 – 1 de Dezembro de 1947), nascido Edward Alexander Crowley, foi um influente ocultista britânico, responsável pela fundação da doutrina Thelema. Ele foi um membro da Ordem Hermética da Aurora Dourada, e também o co-fundador da A∴A∴ e eventualmente um líder da Ordo Templi Orientis (O.T.O.). Ele é conhecido hoje em dia por seus escritos sobre magia, especialmente o Livro da Lei, o texto sagrado e central da Thelema, apesar de ter escrito sobre outros assuntos esotéricos como magia cerimonial e a cabala.
Crowley também era um hedonista, bissexual, usuário recreacional de drogas, e crítico social. Em muita de suas façanhas ele "iria contra os valores morais e religiosos do seu tempo", defendendo o libertarianismo baseado em sua regra de "Faz o que tu queres". Por causa disso, ele ganhou larga notoriedade em sua vida, e foi declarado pela imprensa do tempo como "O homem mais perverso do mundo." Além de suas atividades esotéricas, ele era também um premiado jogador de xadrez, um alpinista, poeta, dramaturgo e foi alegado que ele também era um espião para o governo britânico.
Em 2002, uma enquete da BBC descrevia Crowley como sendo o septuagésimo terceiro maior britânico de todos os tempos, por influenciar e ser referenciado por numerosos escritores, músicos e cineastas, incluindo Jimmy Page, Alan Moore, Ozzy Osbourne, Marilyn Manson, e Kenneth Anger. Ele também foi citado como influência principal de muitos grupos esotéricos e de individuais na posterioridade, incluindo figuras como Kenneth Grant, Gerald Gardner e Amado Crowley.


Sting



Gordon Matthew Thomas Sumner, CBE (Newcastle, 2 de outubro de 1951), mais conhecido pelo seu nome artístico, Sting, é um músico, cantor e ator inglês. Natural de Wallsend, em North Tyneside, antes de sua carreira solo foi o principal compositor, cantor e baixista da banda de rock The Police. Vendeu ao longo de sua carreira mais de 100 milhões de discos, e recebeu dezesseis Prêmios Grammy por seu trabalho, incluindo o seu primeiro, por "melhor performance instrumental de rock", em 1981, e recebeu uma indicação ao Oscar de melhor canção original.
Sting, que já era conhecido no Brasil como baixista do grupo The Police, tornou-se ainda mais famoso após a turnê do disco Nothing Like the Sun, realizada no país em 1987. Após um memorável show realizado em novembro daquele ano no Estádio do Maracanã, iniciou viagens pela Amazônia, onde conheceu o cacique Raoni; após essa amizade, Sting passou a defender a causa ecológica.

Luciano Pavarotti



Luciano Pavarotti (Módena, 12 de outubro de 1935 — Módena, 6 de setembro de 2007) foi um cantor (tenor lírico) italiano, grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi, dentre outros em seu grande repertório. É reconhecido como o tenor que popularizou mundialmente a ópera.
Pavarotti participou, com os tenores espanhóis José Carreras e Plácido Domingo,dos famosos concertos "Os três tenores", e gravou duetos com Mariah Carey, James Brown, Frank Sinatra, Zucchero, Ricky Martin, Laura Pausini, Spice Girls, Bryan Adams, Andrea Bocelli, Queen, Céline Dion, Eros Ramazzotti, Jon Bon Jovi, The Corrs, U2, Roberto Carlos, entre outros, especialmente para causas beneficentes, nas quais se envolveu bastante. É considerado um dos mais importantes tenores de todos os tempos. Cantou nos mais importantes teatros mundiais, como o Teatro alla Scala (Milão), a Royal Opera House (Covent Garden, Londres), o Metropolitan Opera House (Nova Iorque), o grande Olympia (Paris), dentre outros.

Christopher Reeve



Christopher D'Olier Reeve (Nova Iorque, 25 de setembro de 1952 — Mount Kisco, 10 de outubro de 2004) foi um ator e realizador de cinema estadunidense. Seu papel mais famoso foi como o Super-Homem, numa série de quatro filmes. Após sofrer um acidente, passou a liderar uma campanha pela legalização de pesquisas com células-tronco. Faleceu em virtude de sua grave condição médica.
Comentários
3 Comentários

3 comentários:

Vancourt on 21 de julho de 2010 14:50 disse...

adoro as imagens que escolhe, simbolizam bem!

já entendi metade do posto só pela imagem; uma mulher no "glamur" dançando, e, onde deveria estar feliz, esta triste, mas ainda dançando glamorosamente =D
e talvez até o rosto dela não saiba nem o que ela é, mostre a indecisão, por não saber nem o que quer!

E o post, ah, também, muito bom escrito. Exatamente minha tia! haahohihaeh :~~

Anônimo disse...

Poxa, também sou assim, acho... Será que essa indecisão e esses picos de autoconfiança podem prejudicar nossa vida de forma significante? Em relação a empregos por exemplo?
Outra coisa, achei que ia ler algum tipo de qualidade nossa, mais me assustei quando o texto inteiro(praticamente) girou em torno da nossa dificuldade em assumir um aspecto leonino ou libriano, definitivamente; por isso o questionamento.
De resto, muito bom o texto, me descreveu perfeitamente.

Anônimo disse...

so sei q essa combinação é muito dificil ! dificil demais ! eu não aguento mais

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