quinta-feira, 30 de julho de 2009

Sol em Leão e Ascendente em Gêmeos





Você é uma pessoa extremamente inteligente e criativa, muito expressiva, provavelmente sendo um excelente orador (se outros fatores no mapa concordarem com essa tendência). Tem muito orgulho de seus conhecimentos e gosta de ser reconhecido, sendo um excelente professor, capaz de transmitir tudo o que sabe com clareza e criatividade. Mas seu calcanhar de Aquiles é sua grande dificuldade em lidar com críticas às suas idéias, que quase sempre são levadas para o lado pessoal. Você tem uma imensa necessidade de respeito e reconhecimento, e fica desolado quando o que recebe são críticas ou desprezo. A mistura de Gêmeos com Leão leva a um temperamento muito alegre, dado ao riso e ao bom humor, com você sendo dono de um senso de humor alegre e jocoso. Gosta de entreter as pessoas, diverti-las, e por isso faz muito sucesso com crianças. É também uma pessoa romântica, mas que aprecia os relacionamentos enquanto eles são envolvimentos leves: Nasceu para namorar eternamente. A idéia da formalização de um relacionamento lhe incomoda, a sensação de estar preso lhe aterroriza, mas você está longe de ser uma pessoa infiel, gosta de solidez desde que exista liberdade e mobilidade. Você poderia ser um excelente ator, dada sua capacidade para dramatizar, imitar, fingir, representar. Gêmeos, o signo da dualidade confere uma personalidade mutável, ágil e adaptável, enquanto leão confere o drama, a capacidade de impressionar, de trazer o foco das atenções para si mesmo. Mas por mais que o seu ascendente seja gêmeos, você deve evitar se envolver com a mentira pois quase sempre você é pego, e dada a imensa necessidade de respeito e reconhecimento do sol em Leão, ser pego em uma atitude pouco louvável com certeza é a ultima coisa que você deseja. Por isso fique atento a essa tendência a ser “esperto demais” do Ascendente em Gêmeos para não se ver em maus lençóis.  



Mick Jagger




Sir Mick Jagger CBE, nascido Michael Philip Jagger, (Dartford, 26 de julho de 1943 às 2:30 AM) é o vocalista dos Rolling Stones, uma das bandas inglesas de rock mais famosas do século XX.
Jagger não foi um sucesso imediato como vocalista dos The Rolling Stones. Para o guitarrista e fundador da banda Brian Jones, Mick apenas fazia o que qualquer um podia fazer, que era cantar. Com o passar do tempo, o garoto que apenas balança a cabeça enquanto cantava clàssicos de Chuck Berry, foi ganhando cada vez mais espaço na banda. Jagger aprendeu com outros cantores como obter audiência e rapidamente desenvolveu seu estilo único e pessoal. Abandonou a London School of Economics, para ser vocalista dos Stones, e é ele quem pilota os negócios da banda. Juntamente com os The Beatles, The Who eles fazem sucesso até hoje. Os Stones é a maior banda de rock'n'roll do mundo. Atualmente, embolsaram US$ 414,3 milhões na turnê A Bigger Bang.
Ele foi uma das vozes mais expressivas do famoso 60's e uma das peças mais importantes da emblemàtica Swinging London. Em 1965, chegaram a dizer que ele era o ídolo de uma geração.Mick Jagger também se tornou famoso pelos seus casos extra-conjugais e relacionamentos. Teve muitas mulheres e muitos filhos, totalizando 7: Karis (com Marsha Hunt, nascido em 1970); Jade, (com Bianca Jagger, nascida em 1971); com Jerry Hall: Elizabeth(1984), James (1985), Georgia (1992) e Gabriel (1997), e Lucas (com Luciana Gimenez, nascido em 1999), e atualmente namora L´wren Scott, stylist americana. Ele já disse em entrevistas, que não acredita em monogamia. Suas famosas frases são: "Eu nunca saí com donas-de-casa, e nunca sairei." "Quando minha filha (Jade) ficar mais velha, vou mandar ela ter cuidado com homens como eu."
A filha mais velha de Jagger e Jerry Hall - Elizabeth (mais conhecida como Lizzy Jagger) é uma das modelos mais famosas da Inglaterra.
Jagger já teve também relacionamentos com homens. A ex-mulher de David Bowie, Angela Bowie, pegou seu marido (na época) na cama com Mick Jagger.
Em 12 de dezembro de 2003, Jagger foi condecorado com o título de Cavalheiro do Império Britânico.


Fidel Castro




Fidel Alejandro Castro Ruz (Birán, 13 de agosto de 1926 às 2:00 AM) é um político revolucionário cubano, primeiro presidente do Conselho de Estado da República de Cuba (1976-2007) e ditador do país por mais de quatro décadas. Atualmente, ocupa o cargo de primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba.
Em 19 de fevereiro de 2008, Castro anunciou ao jornal do Partido Comunista, o Granma, que não se recandidataria ao cargo de presidente de Cuba, cinco dias antes do seu mandato terminar.
Castro foi, por décadas, o ditador em um regime baseado numa política de partido único. Seu governo foi e continua sendo amplamente criticado pela comunidade internacional por violações aos direitos humanos.
Para seus defensores, Castro representa o herói de uma revolução social que garantiu a repartição eqüitativa da riqueza no país, a universalização da educação e da saúde, e a consolidação de uma nação soberana e solidária, devido a sua política socialista. Também é admirado por seu papel em conflitos internacionais e guerras de independência (Congo, Angola e África do Sul), e por sua posição ideológica frente a sucessivas gestões hostis dos Estados Unidos da América, que manteve um embargo econômico à ilha de 1962 até 2009.

Neil Armstrong




Neil Alden Armstrong (Wapakoneta, 5 de agosto de 1930 00:31 AM) é um ex-astronauta dos Estados Unidos, piloto de testes e aviador naval que escreveu seu nome na história do século XX e da Humanidade ao ser o primeiro homem a pisar na Lua, como comandante da missão Apollo 11, em 20 de julho de 1969.
Nascido no estado norte-americano de Ohio, antes de se tornar astronauta Neil Armstrong foi aviador da Marinha, tendo combatido na Guerra da Coréia como piloto de caça. Após a guerra, ele retornou aos Estados Unidos e se tornou piloto de testes de empresas fabricantes de aviões, testando mais de 900 tipos de aeronaves diferentes durante a década de 1950, incluindo o famoso X-15, o primeiro avião do mundo a voar na estratosfera terrestre.
Armstrong interessou-se pela NASA cinco ou seis meses depois da abertura das inscrições para a formação de um novo grupo de astronautas, em 1962, e foi escolhido para o chamado Grupo dos Nove, denominação decorrente do modo como eram conhecidos os primeiros astronautas norte-americanos selecionados em 1960 para o Projeto Mercury, o Grupo dos Sete, tornando-se o primeiro astronauta norte-americano civil.
Os primeiros dois anos de Armstrong e do novo grupo na NASA foram dedicados a treinamentos e ao acompanhamento da fabricação dos motores, foguetes e espaçonave que se destinariam aos projetos Gemini e Apollo. Em março de 1966, ele realizou seu primeiro vôo ao espaço como comandante da Gemini VIII, em companhia do astronauta David Scott, que anos depois comandaria a Apollo 15 e também pousaria na Lua. A missão, problemática, era a junção no espaço com um foguete Agena não-tripulado, como teste para as futuras missões Apollo, em que a nave de comando precisaria se conectar e se separar do Módulo Lunar. Problemas de estabilidade no foguete, que começou a rodar sem controle sobre si mesmo após o engate das duas espaçonaves, causaram o aborto e o encerramento mais rápido da missão.
Após esta primeira missão, Armstrong, a mulher dele e um grupo de astronautas e dirigentes da NASA acompanharam o Presidente dos Estados Unidos Lyndon Johnson numa viagem de relações públicas pela América do Sul, visitando 11 países e 14 cidades, com Armstrong impressionando por fazer suas saudações aos povos visitados na língua local. No Brasil, ele chegou a falar sobre sua admiração pelos pioneiros experimentos de Alberto Santos Dumont.
Em dezembro de 1968, Donald Slayton, antigo astronauta do Projeto Mercury e então Chefe do Comitê de seleção de astronautas do Projeto Apollo, ofereceu a Armstrong o comando da Apollo 11, a missão que desceria primeiro na Lua. Esta escolha surgiu de uma reunião semanas antes, entre os principais diretores do programa Apollo, que decidiram que Armstrong seria o primeiro na Lua por causa de seu perfil parecido com o grande herói americano Charles Lindbergh, um homem de características discretas e essencialmente técnicas, sem grandes egos.
Toda a saga de Armstrong, Aldrin e do vôo pioneiro está contada na história da missão Apollo 11. Sua frase épica, "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade" ao pisar pela primeira vez na superfície lunar, é uma das mais conhecidas na história, mas só veio à cabeça de Neil poucos momentos antes de descer da nave, já pousado na Lua.
Além dos importantes experimentos científicos que ali fizeram, ele e o piloto do ML, Aldrin, fincaram na Base da Tranqüilidade uma bandeira metálica dos Estados Unidos e colocaram uma placa junto à perna do Módulo Lunar Eagle, assinada pelos astronautas e pelo presidente americano Richard Nixon: "Aqui os homens do planeta Terra puseram pela primeira os pés na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz em nome de toda a humanidade".
Após a volta da Lua e um período de 21 dias de quarentena na Terra, Armstrong e a tripulação da Apollo 11 fizeram uma turnê mundial por dezenas de países, sendo recebidos em triunfo, das trincheiras dos soldados americanos no Vietnam à União Soviética, onde foi recebido pelo premier Alexei Kossygin, conheceu a primeira mulher a ir ao espaço Valentina Tereshkova e foi o primeiro ocidental a visitar o Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Gagarin, no cosmódromo de Baikonur, Cidade das Estrelas, até então um dos locais mais secretos da antiga União Soviética.
Depois de anunciar que não mais iria ao espaço após a saga da Apollo 11, Neil Armstrong retirou-se da NASA em fins de 1971 e tornou-se professor de engenharia na Universidade de Cincinnati, rejeitando ofertas milionárias de grandes empresas para trabalhar como relações públicas ou em cargos de diretoria, assim como a oferta de todos os partidos políticos que desejavam tê-lo como candidato a qualquer coisa, (ao contrário dos ex-astronautas John Glenn e Harrison Schmitt que entraram na política e se elegeram senadores).
Desde então, hoje com 78 anos e casado pela segunda vez, Neil Armstrong leva uma vida discreta, aparecendo somente em solenidades do governo americano relativas a tecnologia espacial e em palestras sobre o passado e o futuro da conquista do espaço.

Jean Piaget




Sir Jean William Fritz Piaget (Neuchâtel, 9 de agosto de 1896 às 00:45 — Genebra, 16 de setembro de 1980) foi um psicólogo suíço, considerado o maior expoente do estudo do comportamento infantil.
Estudou inicialmente biologia, na Suíça, e posteriormente se dedicou à área de Psicologia, Epistemologia e Educação. Foi professor de psicologia na Universidade de Genebra de 1929 a 1954, e ficou conhecido principalmente por organizar o desenvolvimento cognitivo em uma série de estágios.

Aldous Huxley




Aldous Leonard Huxley (Godalming, 26 de Julho de 1894 às 1:30 AM — Los Angeles, 22 de Novembro de 1963) foi um escritor inglês e um dos mais proeminentes membros da família Huxley.
Sua família incluía os mais distintos membros da classe dominante inglesa; uma vasta elite intelectual. Seu avô era Thomas Henry Huxley, um grande biólogo defensor da teoria evolucionista de Charles Darwin, tendo desenvolvido o conceito agnóstico. Sua mãe era irmã da romancista Humphrey Ward; a sobrinha de Matthew Arnold, o poeta; e a neta de Thomas Arnold, um famoso educador e diretor da Rugby School que acabou se tornando um personagem no romance "Tom Brown's Schooldays".
Estudou na aristocrática escola de Eton, que foi obrigado a abandonar aos dezesseis anos, devido a uma doença nos olhos que quase o cegou impedindo-o de cursar medicina. Mais tarde, ele recuperou visão suficiente para se formar com honra pela Universidade de Oxford, mas não suficiente para servir o exército britânico durante a Primeira Guerra Mundial. Em Oxford, engajou-se com a literatura pela primeira vez, conhecendo Lytton Strachey e Bertrand Russell, também se tornou um amigo íntimo de D. H. Lawrence.
Em 1921, lançou "Crome Yellow", o primeiro de uma série de romances e novelas que combinam diálogos emocionantes, e um aparente ceticismo, com profundas considerações morais.
Viveu a maior parte dos anos 20 na Itália fascista de Mussolini que inspirou parte dos sistemas autoritários retratados em suas obras.
A obra-prima de Huxley, "Brave New World" (Admirável Mundo Novo), foi escrita durante quatro meses no ano de 1931. Os temas nela abordados remontam grande parte de suas preocupações ideológicas como a liberdade individual em detrimento ao autoritarismo do Estado.
No ano de 1937 Aldous Huxley mudou-se para Los Angeles, e em 1938, no auge da sua carreira, chegou a Hollywood, como um de seus mais bem remunerados roteiristas. Nessa fase, escreveu romances como "Também o cisne morre" (1939), "O Tempo pode parar" (1944), "O macaco e a essência" (1948).
O cinema para Huxley foi uma aventura tão fascinante quanto suas descobertas e experiências com a mescalina, narradas em "As portas da percepção" (The Doors of Perception), de 1954, livro que influenciou em muito a cultura hippie que florescia, dando nome por exemplo à banda The Doors, pois tais relatos com a droga indígena se assemelham em muito com o LSD que estava em ascensão. Dois anos depois, viúvo, casou-se novamente e publicou "Entre o céu e o inferno".
Huxley viajou ainda pela América Central e em 1958 visitou o Brasil, tendo conhecido os índios do Xingu e as favelas do Rio de Janeiro.
Em 1959, foi agraciado pela Academia Americana de Artes e Letras com um prêmio por seus romances. Tal premiação era concedida a cada cinco anos e havia sido entregue anteriormente a Ernest Hemingway, Thomas Mann e Theodore Dreiser.
Huxley permaneceu quase cego por toda a sua vida. Sua esposa, Maria Huxley, faleceu em 1955. Um ano mais tarde, Huxley casou-se com Laura Archera. Ele morreu em 22 de Novembro de 1963 na sua pequena casa de Los Angeles.
Huxley produziu um total de 47 livros ao longo de sua vida. O crítico britânico Anthony Burgess uma vez afirmou que Huxley fora o pioneiro do "romance cerebral". No entanto, outras correntes de críticos classificaram Huxley como um ensaísta, ao invés de romancista, pois suas obras eram conduzidas mais apoiadas sobre suas ideias do que o desenrolar de personagens ou contextos de histórias.



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