segunda-feira, 7 de julho de 2008

Ciclos na astrologia



Nossa vida é repleta de repetições, retornos, as circunstâncias mudam constantemente, mas aparentemente somos sempre levados a repetir ações, a rever sensações, a reviver experiências sob novas circunstâncias. Para a astrologia, isso acontece devido à periodicidade dos ciclos planetários. Cada planeta, com seu período específico, colore, por assim dizer, algum setor da nossa vida, emprestando suas qualidades e introduzindo seus assuntos a medida que transita através do nosso mapa formando aspectos com nossos planetas natais.

Não limitando-se somente aos ciclos dos planetas, a astrologia aborda também ciclos de caráter pessoal, como o ciclo da lua progredida, dos ascendentes de revolução solar, o factum, etc. Mas os ciclos planetários tem um caráter mais universal, eles marcam épocas e tendências se repetem a medida em que os posicionamentos se repetem, sendo a linguagem destes signos compreendida e vivenciada por todos, que reagem de diferentes maneiras (segundo a maneira específica que cada planeta toca seu mapa).


Júpiter e Saturno são os planetas mais importantes quando analisados os trânsitos, uma vez que eles são uma ponte entre o puramente pessoal e o social. Já Os planetas mais lentos (urano, netuno e plutão) não são encarados como ciclos, se partirmos de um ponto de vista pessoal, porque um ciclo necessita ter um começo, um meio e um fim. Dada a lentidão destes, eles jamais concluiriam um ciclo no mapa natal, com urano conseguindo isso em alguns casos muito raros (seu ciclo é de 84 anos) .

Por outro lado, esses planetas lentos possuem ciclos que nos afetam dum ponto de vista social, à medida que transitam pelos diferentes signos, marcando épocas e caracterizando transformações sociais. Pessoalmente, é assim que os interpreto: Um trânsito de plutão marcará sua vida porque você sofrerá reflexos e conseqüências no plano pessoal, decorrentes de profundas transformações que estarão ocorrendo no âmbito social.

A energia é muito sutil e pode ser vivida como uma crise de identidade, quando seu modo habitual de agir de repente destoa de modo gritante de uma tendência silenciosa, um fluxo inconsciente que seria neste caso a “nova ordem” trazida pelo planeta que aplica o trânsito. O mundo muda, mas você continua o mesmo, a mudança não ocorre num passe de mágica, é você quem terá de se adaptar a nova circunstância !
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